terça-feira, 31 de maio de 2011

The morning

When he oppened his eyes, the darkness was all around. Dazend, too tired to move... he fell down. "What's happened? Is that real?". He can't be sure. Confused between dream and hope, he let his mind fly away. But his body still lay down, all tired up.

Suddenly, he was sit with his father, talking about his car. It's an old car, but a good one. His mother appeared with a tray fill with money, and said "take this, son. Buy a new car to youself". He smiled and said "thanks, mom, but I don't need money, I can fly!".

"Wait! This can't be true! I must get up..." slowly, he oppened his eyes. Dizzy, and afraid, worried about his next step. The darkness was fading. But he's weak, and did not fight when the ties covered his head. So, he fell again.

Lost in nowhere, he can't saw anything, but he felt everything. he felt cold. He felt hungry. And he felt that something was wrong. A sound starts inside his head. Constant, annoy, loud. It's a ring. It's the same ring that's bring he back, every day!

Furious, he oppened his eyes once again. Threw the blanket, that was tied him. He got out the bed, goes to the bathroom, and looked at the mirror.

He saw the face of a lifeless man. He saw regret. Look defeated. Look like the soul lives the body by his on.

With a pain in the chest, he goes to the work...

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Vislumbre

Tinha tudo a perder. Sentado na mesma mesa que sentava todos os dias. Cercado pelas mesmas pessoas que via todos os dias. Nauseado pela rotina.

Não conseguia mais produzir. Não se importava mais em produzir. Não queria mais. Então passou a ser consumido.

E não se importou quando foi extraído dali. Mas quase nada mudou. Não havia mais rotina, e não havia mais por quê. Não havia por quem. Não havia por onde. Mas isso também o consumiu.

Então fugiu.

Abandonou os móveis. Deu as costas para o concreto, e seguiu pelo asfalto. Até não haver mais asfalto, e foi além.

Fez da terra, da grama e das pedras, o seu caminho. Sentiu-se em um novo lugar. Não sentia mais falta do que havia perdido, nem do que tinha abandonado. Já não sentia mais nada.

Chegou até o limite do caminho. Sentado só, a beira da pedra, observou. Depois de anos, reabriu os olhos. Viu possibilidades, viu liberdade e viu o fim.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Desgovernado

Desgovernado segue o barco em meio a tormenta e a despreocupação
O choque é inevitável, mas a maré de sorte protege a embarcação
Será o acaso que comanda o leme? O tripulante solitário não entende
jogado de um lado ao outro do convés, entrega toda sua sorte ao revés

Desgovernado segue o barco, em meio ao caos e a escuridão
As estrelas apontam a rota, mas as ondas decidem aonde vão
o casco resiste aos impactos, mas a água invade por todos os lados
e o tripulante aguarda descrente, a tragédia anunciada e eminente

E o que lhe mantém no barco, se todos já teriam pulado?
Não teme a tormenta, nem os raios
Ninguém o espera no outro lado.

Tem a consciência do seu fim, mas não há motivos para fugir
Inevitável, ele espera apático
E desgovernado segue o barco...