De seus olhos, nenhuma lágrima escorreria. Prometeu para si mesma. Cansou-se das noites mal dormidas ao lado dele, e das não dormidas longe dele. Cansou-se de ser a única pessoa da relação. De ser abdicada.
Ela cansou de esperar pelos pequenos momentos, que eram cada vez mais raros, e avisou: estou indo embora.
Ele se viu perdido. Seu porto seguro o abandonou. Acuado, gritou, brigou e depois de sentir o vazio, finalmente entendeu o que fizera, e sofreu sozinho.
Mas ela já estava longe. Tão longe quanto seus pensamentos a levaram. E seu mundo eram possibilidades e oportunidades. Era certo que na lembrança ficaram os pequenos (e raros) momentos. Mas o peito transbordava leveza.
Tomou uma nova direção. Estava mais confiante, e a cada passo mais bonita.
O cabelo de um brilho inconfundível, os olhos ainda mais sedutores e o sorriso capaz de abrir qualquer porta.
E, dentre tantos caminhos a seguir, ela escolheu o mais aberto. Com mais escolhas. Sem olhar pra trás, pois sabia o que estava lá, foi viver.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Prova de amor
Eu a peguei pelas mãos
E a agarrei
Tirei seu cabelo do ouvido
E confessei
É teu o meu amor
Não o rejeite
Saquei meu punhal
Então olhe bem
Rasguei o meu peito
Por isso a amarrei
Então não chore, meu bem
Pois esse é teu presente
Te entrego meu coração
E meu sangue quente
Ela respondeu com um grito
De desespero
E lagrimas jorraram
Pelo seu rosto inteiro
É esse o meu amor,
Não o rejeite
Amarrada em minha cama
Ela se debatia
Chorando e implorando,
Mas não a soltaria
Pus minha prova de amor,
ainda pulsando
Em seu corpo nu
Encharcado em sangue
Com um buraco no peito
Me declarei
E vendo sua repulsa
Agonizei
É teu o meu amor
Nã o rejeite
É teu o meu amor
Nao o rejeite
E a agarrei
Tirei seu cabelo do ouvido
E confessei
É teu o meu amor
Não o rejeite
Saquei meu punhal
Então olhe bem
Rasguei o meu peito
Por isso a amarrei
Então não chore, meu bem
Pois esse é teu presente
Te entrego meu coração
E meu sangue quente
Ela respondeu com um grito
De desespero
E lagrimas jorraram
Pelo seu rosto inteiro
É esse o meu amor,
Não o rejeite
Amarrada em minha cama
Ela se debatia
Chorando e implorando,
Mas não a soltaria
Pus minha prova de amor,
ainda pulsando
Em seu corpo nu
Encharcado em sangue
Com um buraco no peito
Me declarei
E vendo sua repulsa
Agonizei
É teu o meu amor
Nã o rejeite
É teu o meu amor
Nao o rejeite
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